OPINIAO

Opinião: Quanto mais cabra, mais cabrito!

Nos últimos dias, a apática política dos sois cotidianos da Ribeira do Salgado dos Icós, foi movimentada por reuniões, encontros, discussões, paqueras mesmo ainda sem namoro e noivado, sobre o pleito(eleição) municipal de 2016, principalmente, quanto aos possíveis nomes que se colocam para o crivo e análise de nossa gente, que finalmente, se restar eleito, tomará posse no “Palácio da Alforria” – onde morou o Comendador Nogueira Acioly -, como alcaide responsável pela gestão 2017\2022.

Sabe-se, que antecipar demais o processo não é louvável do ponto de vista atual, vez que ainda temos uma administração em curso e, daí, teme que esta se encerre antecipadamente, do ponto de vista histórico-político; ademais, buscaria pra suas mãos, ou seja, os pretensos candidatos, os desgastes comuns dos que aceitam as pretensões, e\ou, daqueles que pretendem que “ela”(candidatura), não dê sequencia alguma por interesses próprios ou contrariados.

Todavia, quem entrar na chuva é pra se molhar mesmo, com a obrigação dos expectadores-eleitores em manter o respeito para com eles(candidatos), com a dignidade e civilidade que devem ser regra. Não precisa agredir e humilhar para concordar ou discordar de suas posições.

Igualmente, registre-se, que desde 1988 que não temos muitas opções ao eleitorado icoense quanto à disputa majoritária. Permanecendo apenas um cara e cora, digamos!

A presença de diversos nomes que deseja sentar na principal cadeira do Palácio da Alforria, como o próprio nome define, caminha para um processo de “liberdade” de escolhas bem interessante. Quem sabe, ao invés de apenas os discursos em cima dos palanques, os eleitores e mortais da Ribeira, possam doravante, ter debates sobre temas, propostas, intenções, e viabilidade prática duma administração que se espera, para quem se espera. E faz tempo! Falta-nos um projeto de verdade!

De há muito, que o debate tem se apequenado, num mesmo discurso sem caminho algum e poucas boas novas anunciadas. Não interessa mais ao povo icoense, adjetivos pejorativos que foram usados em demasia no passado e repetidos no presente, sem me excluir de ser cúmplice em momentos isolados, dando espaço a “boa e nova política”, que o diga a eleição de Laís Nunes – que não agrediu moralmente ninguém em sua campanha finda -, e, até mesmo, o desempenho de alguns membros da câmara municipal de Icó, leiam-se vereadores, que hoje já não são mais atrelados ao prefeito ou contra (ele) a todo e qualquer momento.

Por falar nisso, já vejo jovens querendo participar do processo eleitoral, buscando um mandato na câmara municipal de Icó; gente bacana e bem intencionada como Roberto Neto, Alesson Viana, Vando Rodrigues, Matheus Mota, Wellington Silva, e por aí vai...

Pois bem, feita estas considerações, vamos avançar no tema “eleições em Icó”, sem a necessidade de patrulhar quem seja, muito menos tentar inibir candidaturas diversas no futuro próximo, sob pena de congelarmos a história de nosso rincão, apenas com a memória que nos contou, ainda, Gustavo Barroso.

Afinal, como diz o paulista, que hoje sabe o que representa a falta d'água em seu sagrado lar, mesmo ele ainda mantendo o pão sobre a mesa: PORTEIRA QUE PASSA BOI...PASSA UMA BOIADA!

(Por Fabrício Moreira da Costa, advogado e contista da Ribeira do Salgado dos Icós).


Sobre Luiz Vasconcelos

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