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Quando a invasão de terrenos públicos se transforma em politicagem barata

Não perca a conta. Um, dois, três, e o quarto foi invadido na semana passada. Tomar posse de terrenos públicos em Iguatu, agora virou moda.

Basta um estalar de dedos. E pronto! O terreno é meu. É assim que se comportam os ‘sem tetos’, alcunha pelo qual alguns são denominados.

Engraçado! Até bem pouco tempo atrás, esse tipo de comportamento era peça rara no cenário iguatuense.

Não é culpa de déficit habitacional.É culpa de uma meia dúzia de gente sem escrúpulos, de comportamento torpe, que, na ânsia de se projetarem politicamente usam as pessoas mais pobres como massa de manobra.

É gente maliciosa no meio disso. E age como gato. Dá a unhada e esconde a unha.

 Esse tipo de comportamento me faz lembrar o projeto das 1.196 casas que parte dessa turma que está aí hoje (na Câmara) deixou de votar, impedindo que as pessoas mais pobres tivessem direito a uma moradia digna e totalmente grátis.

Do programa Minha Casa Minha Vida, foram 1.000 casas que deixaram de ser construídas.

Ação de gente do mal. Denunciaram ao Ministério Público que o local era uma área de lagoas. E a Caixa Econômica Federal, órgão financiador das moradias, abortou o projeto.

Muito estranho. No mesmo terreno, que para os vereadores, era uma área de lagoa, o Governo do Estado está construindo uma escola de ensino médio.

Pergunta-se, no meio disso tudo, aonde querem parar com tanta sacanagem. E no final das contas querem se passar por bonzinhos, unidos numa corriola, para fazer o mal a quem ouse atrapalhar seus planos.

Empulhação

Diz a mitologia grega que numa época muito distante existiu um Rei Midas, e tudo em que ele colocava a mão se transformava em ouro. Aqui a oposição é um Rei Midas pelo avesso. Onde coloca a mão é uma desgraça só.

É pura canalhice política!


Sobre Luiz Vasconcelos

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