NACIONAL

Na batalha contra o vírus zika, governo discute uso das forças armadas e até repelentes

O governo analisa campanhas publicitárias para orientar a população e discute com especialistas e parlamentares do uso das forças armadas para combater o Aedes Aegytp, à distribuição de telas protetoras. Medidas focadas nas gestantes terão prioridade.

Na epidemia da gripe A, escolas deram licença a professoras grávidas; ações excepcionais poderão ser adotadas, mesmo uma negociação com a indústria para repelentes próprios para gestantes. O diretor em vigilância e epidemia Cláudio Maierovitch disse que o maior obstáculo é o pouco conhecimento se tem do vírus.

As medidas serão discutidas com todos os secretários estaduais e municipais de saúde na terça-feira em Brasília.

O vírus zika é novo no país. Há quem diga que chegou na Copa do Mundo. A microcefalia leva à morte o bebe em casos extremos: no RN foram quatro óbitos e 47 casos da anomalia, que, em geral, causa problemas neurológicos, motores, de fala em graus variados.


Sobre Luiz Vasconcelos

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