CIDADE

Rolo compressor do prefeito de Iguatu garante aprovação de projeto mudando a denominação do estádio Agenorzão


A Câmara de Vereadores de Iguatu, realizou, na manhã desta sexta-feira (6/01), três sessões extraordinárias para votar, em regime de urgência, duas mensagens do Poder Executivo Municipal. O projeto de Lei Nº 001/2017, oriundo da mensagem nº 001/2017, modifica a estrutura organizacional da Prefeitura de Iguatu, alterando as leis 1.473/10,1.616/11, 1.665/12, 1.705/12, 1.757/13, 1.808/13, 2.107/14 e adota outras providências. A proposta foi aprovada por unanimidade pelos 16 vereadores em plenário. O vereador Bandeira Júnior (PMDB) não compareceu à sessão.

O projeto de nº 004/2017, oriundo do Poder Executivo, mudou o nome do estádio de futebol Agenorzão para Antônio Moreno de Melo, o Morenão. A matéria foi aprovada por 12 votos a favor. Votaram contra: Antônio Baixinho, Lindovan Oliveira, Louro da Barra e Edson Adriano. A proposta gerou vários debates no plenário da Câmara. O vereador Antônio Baixinho, líder da bancada de oposição, classificou a proposta de 'picuinha política'. "Aqui vai se perpetuar a prática de aprovarmos um projeto homenageando uma pessoa, e depois, com a mudança de lado político, se desfaz tudo", disse.

Em tempo: O estádio Morenão foi inaugurado em 1981, na gestão do então prefeito  Elmo Moreno. Em 2012, na gestão do ex-prefeito, Agenor Neto, após sofrer uma ampla reforma, sofreu mudança na sua denominação para estádio Agenorzão, em homenagem ao médico humanitário e ex-prefeito de Iguatu, Agenor Gomes de Araújo. A proposta à época foi de autoria do vereador e ex-presidente da Câmara, Ednaldo Lavor, atualmente prefeito de Iguatu. É lamentável que em pleno século 21 ainda tenhamos que conviver com esse tipo de picuinha política. 


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