CIDADE

Iguatu pode estar vivendo epidemia de febre chikungunya


Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a enfermidade foi detectada em 139 dos 184 municípios em 2016, caracterizando cenário epidêmico, com 31.482 casos confirmados da doença, conforme informações do boletim da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa).

Em 2017, observa-se tendência crescente dos casos notificados, e até agora já foram notificados 33.371 casos, destes, 10.592 foram confirmados. A maior parte dos casos estão concentrados nas faixas etárias entre 20 e 59 anos.

Em Iguatu, diversos bairros da cidade têm apresentado inúmeros registros de pessoas com suspeita da doença, que no seu estágio inicial apresenta sintomas de febre alta, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos.

No posto de saúde do bairro Brasília há relatos de que não há formulários para notificar os casos suspeitos da doença. Muitos moradores acometidos pela enfermidade têm lotado os postos de saúde e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.

A dona de casa Maria Batista Gomes, moradora do bairro Brasília, foi acometida pela doença. “Comecei a sentir febre, dores nas juntas, e tive que procurar a UPA, inclusive, tenho três pessoas na minha família com sintomas dessa doença”, disse.
    
Na última semana, a prefeitura de Iguatu anunciou ações emergenciais nos bairros, mas os moradores consideraram as medidas insuficientes.


Sobre Luiz Vasconcelos

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