POLITICA

Oposição quer Tasso, mas Domingos Filho pode ser o nome


Somente dois nomes são citados como prováveis adversários de Camilo Santana (PT), nas eleições do próximo ano: o senador Tasso Jereissati (PSDB) e Domingos Filho. No entanto, Tasso tem sido categórico e não demonstra nenhum ânimo de voltar a disputar o Governo do Estado, após ter exercido o cargo em três oportunidades.

Apesar disso, são persistentes os estímulos de seus correligionários e demais adversários do governador pretendente ao seu segundo mandato. Nesta semana, novas investidas serão feitas com o objetivo de sensibilizar o senador a assumir a condição de postulante ao Governo.

O outro que poderia ir para a disputa, com Tasso fora do cenário, seria o nome de Domingos Filho, embora o mesmo também defenda o nome de Tasso, consciente de ser a segunda opção para disputar o palácio da Abolição. A pretensão de Domingos de disputar o Governo vem desde quando era discutida a sucessão do ex-governador Cid Gomes, e ele Domingos era o vice-governador. 

Outros nomes tem surgido para a disputa ao Governo, como é o caso do Capitão Wagner, que disputou a Prefeitura de Fortaleza no ano passado. Apesar disso, Wagner se mostra desinteressado, e está disposto mesmo a conquistar uma vaga de deputado federal, embora, como Eunício dizia até bem pouco tempo, ele deixa a entender que, se Tasso for candidato a governador, ele disputará o mandato de senador. 

Mesmo ainda cedo para a definição de nomes de candidatos majoritários, os oposicionistas sabem que estão em desvantagem em relação à campanha desenvolvida pelo governador. 

Camilo, já de algum tempo, a pretexto de fazer eventos administrativos nos vários municípios do interior do Estado, vem pavimentando o caminho para sua reeleição, e nos últimos dias, de forma mais intensa, desde que passou a incluir Eunício Oliveira na caravana governamental.

Com a ida de Eunício para a base do governador, a oposição ficou órfã. Na semana passada, Eunício teve um encontro com a direção do PR, mas somente o  ex-governador Lúcio Alcântara compareceu. O líder do PR não gostou do que ouviu, e deduz que, como todo experimento político, sabe só faltar para a concretização da aliança de Camilo com Eunício, a homologação da coligação partidária para a escolha dos candidatos, o que deverá ocorrer na metade do próximo ano. Apesar disso, até lá, muita coisa pode acontecer. 

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