A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocola nesta quinta-feira, 1º, no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação questionando a aplicação da PEC dos Vereadores. A proposta, já aprovada pelo Congresso, aumenta em mais de sete mil o número de vereadores em todo o país. A interpretação dada por algumas câmaras municipais é que a matéria já está em vigor. Por isso, diversos suplentes de vereadores tem tomado posse.
Para o presidente da OAB, Cezar Britto, a aplicação da PEC fere o princípio da anterioridade, já que uma lei eleitoral só pode entrar em vigor até um ano antes das próximas eleições. “E querem a aplicação dessa dois anos depois das eleições para vereador”, disse. “Se retroagir, perde o princípio da anterioridade”, completou.
Cezar Britto classificou de “casuísmo” a aplicação imediata da PEC, mas elogiou o mérito da proposta. “É preferível ter vereadores eleitos pelo povo do que cargos por indicação política nas câmaras municipais”, disse.
Para o presidente da OAB, Cezar Britto, a aplicação da PEC fere o princípio da anterioridade, já que uma lei eleitoral só pode entrar em vigor até um ano antes das próximas eleições. “E querem a aplicação dessa dois anos depois das eleições para vereador”, disse. “Se retroagir, perde o princípio da anterioridade”, completou.
Cezar Britto classificou de “casuísmo” a aplicação imediata da PEC, mas elogiou o mérito da proposta. “É preferível ter vereadores eleitos pelo povo do que cargos por indicação política nas câmaras municipais”, disse.
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