A doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. O diabete é um dos problemas mais graves de saúde pública, respondendo por 40% das mortes por doenças cardiovasculares. No Brasil, a doença atinge cerca de 10% das pessoas entre 30 e 69 anos. Mas apenas metade delas sabe que é portador do distúrbio.
Considerado a grande doença do século, o diabetes atinge 7 milhões de pessoas no mundo e outros 4 milhões acabam morrendo e a cada 30 segundos um indivíduo sofre uma amputação. A cada dez segundos uma pessoa contrai a doença que já é a quarta causa de mortes no planeta.
A FID (Federação Internacional de Diabetes) estima em US$ 376 bilhões o custo deste mal crônico para a economia mundial para 2010, o que equivale a 11,6% da despesa com saúde no mundo.
A doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos: No tipo 1, as células do pâncreas que fabricam insulina, o hormônio que ajuda a glicose a entrar nas células, simplesmente foram destruídas.
Já no tipo 2 ou a produção dela não é suficiente ou as células simplesmente não conseguem aproveitá-la da forma correta, a chamada resistência à insulina.
O excesso de glicose em circulação desencadeia várias complicações que, se não forem controladas, podem levar à morte.
Os principais sintomas do Diabetes são muita fome (polifagia), muita sede (polidipsia), abundante emissão de urina (poliúria), fraqueza e fadiga, perda excessiva de peso apesar da grande ingestão de alimentos, obesidade, queda de pressão, coceira vulvar crônica e visão turva, mais freqüentes do tipo 1.
Este tipo evolui, se não tratado, com coma diabético, uma complicação de grande risco de vida. Já no tipo 2, o Diabetes do adulto pode ser assintomático, isto é, sem sinais ou sintomas, vindo estes a se manifestarem em uma fase tardia já decorrentes das complicações
Existem sintomas comuns para os dois tipos como: urinar em grande quantidade, sentir muita sede e sentir muita fome, turvação da visão, queda de pressão e fraqueza geral, mais freqüentes no tipo 1, já que no tipo 2 a pessoa pode nem apresentar sintomas vindo estes a se manifestarem em uma fase tardia já decorrentes das complicações.
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