Embora o governo estadual anuncie arrojado pacote de investimentos - em torno de R$ 4 bilhões, previstos pelo Monitoramento de Ações e Projetos Prioritários (MAPP) -, até meados deste mês, o volume de recursos desembolsados com esta finalidade não chega a 25% do autorizado pelo orçamento para 2009. Considerando todas as fontes de recursos, apenas R$ 1,09 bilhão dos R$ 4,46 bilhões previstos foram aplicados em obras em beneficio da economia estadual ou do bem-estar da população. A maior parte do dinheiro gasto, cerca de R$ 670 milhões (61%), vem da receita própria do Estado, com o restante vindo de financiamentos com bancos de desenvolvimento, nacionais e internacionais, e de transferências federais.
O governo afirma que o problema para a baixa execução da rubrica investimentos não é a disponibilidade de recursos, entretanto culpa a burocracia dos processos licitatórios, a dificuldade para obtenção de licenças ambientais e, em menor intensidade, o prazo, às vezes longo, para liberação do dinheiro contraído via empréstimos. Mesmo assim, a expectativa é que até o fim do ano o volume aplicado cresça em 50%, totalizando R$ 1,5 bilhão.
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