Acordes e sons de instrumentos populares ecoam nas salas e corredores da Escola de Música Popular Humberto Teixeira, aqui na cidade de Iguatu. O clima é de motivação e alegria entre os 425 alunos matriculados. Inaugurada em dezembro de 2009, a unidade começou a funcionar recentemente e tem uma lista de espera com dezenas de pessoas, a maioria jovens.
Esta cidade é a terra de músicos reconhecidos nacionalmente, como o compositor Evaldo Gouveia, o maestro Eleazar de Carvalho e o poeta Humberto Teixeira, criador do ritmo baião, em parceria com Luiz Gonzaga, que é homenageado com a denominação da escola.
A unidade foi construída com recursos do Ministério da Cultura em parceria com o município e é mantida com verba própria da Prefeitura. A unidade oferece aulas teóricas e práticas de violão popular, guitarra, bateria, percussão, flauta doce, contrabaixo, sanfona e teclado. Foram contratados oito instrutores. Nesses primeiros três meses, o foco do curso é a formação musical, história da música, dos instrumentos e partitura.
A partir do segundo semestre, serão intensificadas as aulas práticas. O curso terá duração de um ano. "Estamos iniciando os primeiros passos e fazendo alguns ajustes necessários", explicou o diretor geral da escola, Cícero Benício. "A nossa ideia é oferecer uma formação continuada, com os níveis básico, intermediário e avançado".
As aulas são realizadas nos três turnos e a maioria dos alunos é jovem. Uma exigência é que os estudantes estejam matriculados e frequentando as aulas com regularidade. Há o acompanhamento da frequência e do desempenho escolar. Uma outra proposta da diretoria que está em discussão é a transformação da unidade em uma escola de formação técnica de professores de música em nível médio.
A escola já vem contribuindo para mudar a vida dos alunos, em particular das crianças e adolescentes. "Meu filho está com mais vontade de estudar, fazendo os exercícios e dedicado à música", disse a comerciaria Lúcia Moreira. "Ele participa das aulas com muita vontade".
Os alunos estão motivados e a maioria permanece ansiosa para dominar logo o instrumento e aprender as primeiras músicas. "Isso é natural, mas deve ocorrer com o tempo", observou Benício. "A formação teórica, inicial, é fundamental".
Arte e cultura
Os professores têm uma expectativa positiva e acreditam no êxito da unidade. "A música é ideal para a formação dos jovens, é o melhor caminho para a formação cidadã e para o desenvolvimento artístico e intelectual", comentou o instrutor de teclado, Carlos Sombra. A Escola de Música Popular é a primeira do Centro-Sul e a segunda do Interior. "Com certeza, aqui serão descobertos grandes talentos", afirmou o coordenador pedagógico, Hélio Gomes. Os alunos de maior talento terão continuidade na formação artística.
Há uma fila de espera de mais de 50 nomes e a oficina mais procurada é a de violão. "É um instrumento popular, de preço acessível e que você pode levar para qualquer canto. Por isso, a maioria quer aprender a tocar violão", explicou Benício.
Antes da unidade, só era possível aprender alguns dos instrumentos ofertados em aulas particulares. Na prática, a maioria não tinha oportunidade de adquirir o conhecimento musical. A unidade dispõe de boa estrutura, diversas salas, algumas acústicas e auditório. Os instrumentos já foram adquiridos e em breve será formada uma biblioteca específica. Os alunos estão motivados. "Não vejo a hora de aprender a tocar logo violão", disse Fábio Oliveira. Alguns receberam, em casa, motivação e a tendência musical, mas outros chegam à escola sem nenhuma experiência, mas com enorme vontade de aprender.
O prefeito de Iguatu, Agenor Neto, destacou o esforço nos últimos anos para instalar a unidade. "É mais um espaço de arte e cultura que construimos", frisou. "Queremos contribuir para a melhoria de vida dos jovens e futuros instrumentistas".
Enquete
Oficinas musicais
"Conhecer a história do instrumento e aprender logo a tocar forró é o que espero das oficinas musicais"
Sávio Saldanha
Estudante
"Eu escolhi percussão porque me identifico com esses instrumentos e quero ser músico profissional futuramente"
Victor Santana
Estudante
"Para mim a guitarra é tudo. Quero que as aulas me ensinem a tocar o instrumento com qualidade e talento"
Ian Oliveira
Estudante
"Já aprendi alguma coisa em casa. No entanto, eu quero me aperfeiçoar e, também, ampliar o repertório musical"
Eveline Mendonça
Estudante
"Sempre tive vontade de aprender a tocar algum instrumento e aqui estou, tendo essa oportunidade na minha cidade"
Sabrina de Souza
Estudante
MAIS INFORMAÇÕES
Escola de Música Popular Humberto Teixeira
Rua 27 de Novembro, S/N
(88) 9953. 4223 e (88) 9281. 1779
Com informações do Diário do Nordeste
Honório Barbosa
Repórter
Esta cidade é a terra de músicos reconhecidos nacionalmente, como o compositor Evaldo Gouveia, o maestro Eleazar de Carvalho e o poeta Humberto Teixeira, criador do ritmo baião, em parceria com Luiz Gonzaga, que é homenageado com a denominação da escola.
A unidade foi construída com recursos do Ministério da Cultura em parceria com o município e é mantida com verba própria da Prefeitura. A unidade oferece aulas teóricas e práticas de violão popular, guitarra, bateria, percussão, flauta doce, contrabaixo, sanfona e teclado. Foram contratados oito instrutores. Nesses primeiros três meses, o foco do curso é a formação musical, história da música, dos instrumentos e partitura.
A partir do segundo semestre, serão intensificadas as aulas práticas. O curso terá duração de um ano. "Estamos iniciando os primeiros passos e fazendo alguns ajustes necessários", explicou o diretor geral da escola, Cícero Benício. "A nossa ideia é oferecer uma formação continuada, com os níveis básico, intermediário e avançado".
As aulas são realizadas nos três turnos e a maioria dos alunos é jovem. Uma exigência é que os estudantes estejam matriculados e frequentando as aulas com regularidade. Há o acompanhamento da frequência e do desempenho escolar. Uma outra proposta da diretoria que está em discussão é a transformação da unidade em uma escola de formação técnica de professores de música em nível médio.
A escola já vem contribuindo para mudar a vida dos alunos, em particular das crianças e adolescentes. "Meu filho está com mais vontade de estudar, fazendo os exercícios e dedicado à música", disse a comerciaria Lúcia Moreira. "Ele participa das aulas com muita vontade".
Os alunos estão motivados e a maioria permanece ansiosa para dominar logo o instrumento e aprender as primeiras músicas. "Isso é natural, mas deve ocorrer com o tempo", observou Benício. "A formação teórica, inicial, é fundamental".
Arte e cultura
Os professores têm uma expectativa positiva e acreditam no êxito da unidade. "A música é ideal para a formação dos jovens, é o melhor caminho para a formação cidadã e para o desenvolvimento artístico e intelectual", comentou o instrutor de teclado, Carlos Sombra. A Escola de Música Popular é a primeira do Centro-Sul e a segunda do Interior. "Com certeza, aqui serão descobertos grandes talentos", afirmou o coordenador pedagógico, Hélio Gomes. Os alunos de maior talento terão continuidade na formação artística.
Há uma fila de espera de mais de 50 nomes e a oficina mais procurada é a de violão. "É um instrumento popular, de preço acessível e que você pode levar para qualquer canto. Por isso, a maioria quer aprender a tocar violão", explicou Benício.
Antes da unidade, só era possível aprender alguns dos instrumentos ofertados em aulas particulares. Na prática, a maioria não tinha oportunidade de adquirir o conhecimento musical. A unidade dispõe de boa estrutura, diversas salas, algumas acústicas e auditório. Os instrumentos já foram adquiridos e em breve será formada uma biblioteca específica. Os alunos estão motivados. "Não vejo a hora de aprender a tocar logo violão", disse Fábio Oliveira. Alguns receberam, em casa, motivação e a tendência musical, mas outros chegam à escola sem nenhuma experiência, mas com enorme vontade de aprender.
O prefeito de Iguatu, Agenor Neto, destacou o esforço nos últimos anos para instalar a unidade. "É mais um espaço de arte e cultura que construimos", frisou. "Queremos contribuir para a melhoria de vida dos jovens e futuros instrumentistas".
Enquete
Oficinas musicais
"Conhecer a história do instrumento e aprender logo a tocar forró é o que espero das oficinas musicais"
Sávio Saldanha
Estudante
"Eu escolhi percussão porque me identifico com esses instrumentos e quero ser músico profissional futuramente"
Victor Santana
Estudante
"Para mim a guitarra é tudo. Quero que as aulas me ensinem a tocar o instrumento com qualidade e talento"
Ian Oliveira
Estudante
"Já aprendi alguma coisa em casa. No entanto, eu quero me aperfeiçoar e, também, ampliar o repertório musical"
Eveline Mendonça
Estudante
"Sempre tive vontade de aprender a tocar algum instrumento e aqui estou, tendo essa oportunidade na minha cidade"
Sabrina de Souza
Estudante
MAIS INFORMAÇÕES
Escola de Música Popular Humberto Teixeira
Rua 27 de Novembro, S/N
(88) 9953. 4223 e (88) 9281. 1779
Com informações do Diário do Nordeste
Honório Barbosa
Repórter
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