O Ministério da Saúde informou ontem que está acompanhando a investigação do caso da criança em São Paulo, que foi internada após ser vacinada contra a influenza A (H1N1). A assessoria do órgão disse que é precipitado dizer, no momento, que o motivo da internação tenha sido a imunização, e voltou a afirmar que a população não precisa ter medo da vacina.
Segundo familiares, J. H., de 1 ano e 8 meses, tomou a vacina na tarde do último dia 25 (1)e teve febre na madrugada. No dia seguinte, a caminho da escola, ele passou mal e foi levado ao hospital, onde disseram que os sinais de fraqueza eram uma reação à vacina. Logo depois, J.H. voltou ao hospital e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Nota divulgada pela Secretaria de Saúde de São Paulo afirma que é possível que o menino tenha tido uma encefalite viral, ou seja, uma inflamação no encéfalo causada por vírus. E que exames mais minuciosos, com o objetivo de confirmar o diagnóstico, serão realizados ainda nesta semana pelo Instituto Adolfo Lutz.
“O paciente tomou, no dia 25 de março, vacinas contra paralisia infantil, tríplice bacteriana e antipneumocócica 10-valente, além de ter sido imunizado contra o vírus A (H1N1). Portanto, não é possível afirmar que o problema tenha sido causado pela vacina contra a influenza A sem uma investigação minuciosa”, explicou a nota. E informou ainda que o paciente já foi submetido a diversos exames, como tomografia e ressonância magnética, mas que nenhuma alteração foi observada.
A secretaria fez questão de destacar que não há, até o momento, qualquer caso relatado em países onde a vacinação já foi realizada, de reações adversas relacionadas à encefalite viral.
Segundo familiares, J. H., de 1 ano e 8 meses, tomou a vacina na tarde do último dia 25 (1)e teve febre na madrugada. No dia seguinte, a caminho da escola, ele passou mal e foi levado ao hospital, onde disseram que os sinais de fraqueza eram uma reação à vacina. Logo depois, J.H. voltou ao hospital e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Nota divulgada pela Secretaria de Saúde de São Paulo afirma que é possível que o menino tenha tido uma encefalite viral, ou seja, uma inflamação no encéfalo causada por vírus. E que exames mais minuciosos, com o objetivo de confirmar o diagnóstico, serão realizados ainda nesta semana pelo Instituto Adolfo Lutz.
“O paciente tomou, no dia 25 de março, vacinas contra paralisia infantil, tríplice bacteriana e antipneumocócica 10-valente, além de ter sido imunizado contra o vírus A (H1N1). Portanto, não é possível afirmar que o problema tenha sido causado pela vacina contra a influenza A sem uma investigação minuciosa”, explicou a nota. E informou ainda que o paciente já foi submetido a diversos exames, como tomografia e ressonância magnética, mas que nenhuma alteração foi observada.
A secretaria fez questão de destacar que não há, até o momento, qualquer caso relatado em países onde a vacinação já foi realizada, de reações adversas relacionadas à encefalite viral.
Correio Braziliense
Tags
SAUDE
