Pegou fogo a reunião do conselho político da campanha da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, ontem à noite. Foi a reunião mais tensa desde a criação do conselho, do qual participam representantes dos partidos aliados. Com trocas de farpas e discussão acirrada, os peemedebistas avisaram que não abrem mão da candidatura do senador Hélio Costa a governador de Minas Gerais. E disseram que, se a chapa com o apoio do PT não for definida até dia 7, a convenção nacional do PMDB para formalizar a coligação para apoiar Dilma, prevista para o dia 12, pode ser adiada. As informações são do jornal O Globo de hoje.
Na presença do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, todos reclamaram também da lentidão na liberação de recursos de convênios e emendas. O PMDB foi com um time de peso composto pelo senador Renan Calheiros(AL), os deputados Eunício Oliveira (CE), Eduardo Cunha (RJ) e Antonio Andrade (MG), presidente do diretório do PMDB mineiro.
Um dos pontos de atritos foi com o deputado Eunício Oliveira, desta vez por causa do ex-ministro José Pimentel. Dutra e Padilha teriam sinalizado que vão manter a indicação de José Pimentel na chapa do governador Cid Gomes para o Senado, o que inviabilizaria a indicação de Eunício. “Não tem esse negócio do Cid Gomes escolher o candidato ao Senado”, teria dito Dutra.
Eunício então perdeu a paciência, segundo relatos. “Sempre ajudei o PT. Em 2006, abri mão de ser candidato e depois ajudei a eleger a Luizianne Lins. Agora chegou a vez de o PT me ajudar, reagiu o deputado, que teve de ser acalmado pelo senador Gim Argelo (DF).
Redação iguatu noticias/Jangadeiro online
Na presença do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, todos reclamaram também da lentidão na liberação de recursos de convênios e emendas. O PMDB foi com um time de peso composto pelo senador Renan Calheiros(AL), os deputados Eunício Oliveira (CE), Eduardo Cunha (RJ) e Antonio Andrade (MG), presidente do diretório do PMDB mineiro.
Um dos pontos de atritos foi com o deputado Eunício Oliveira, desta vez por causa do ex-ministro José Pimentel. Dutra e Padilha teriam sinalizado que vão manter a indicação de José Pimentel na chapa do governador Cid Gomes para o Senado, o que inviabilizaria a indicação de Eunício. “Não tem esse negócio do Cid Gomes escolher o candidato ao Senado”, teria dito Dutra.
Eunício então perdeu a paciência, segundo relatos. “Sempre ajudei o PT. Em 2006, abri mão de ser candidato e depois ajudei a eleger a Luizianne Lins. Agora chegou a vez de o PT me ajudar, reagiu o deputado, que teve de ser acalmado pelo senador Gim Argelo (DF).
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