O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Ari Pargendler, negou mais um pedido de liberdade de Carlinhos Cachoeira.
Desta vez, a defesa pediu ao presidente da corte, que despacha durante o recesso, para suspender os efeitos da liminar concedida anteriormente pelo ministro do STJ Gilson Dipp, determinando que o empresário permaneça na prisão preventiva. Os advogados de Cachoeira entraram com um recurso questionando a liminar.
O novo pedido ao presidente do STJ era que o recurso tivesse o efeito de suspender os efeitos da liminar -resultando, na prática, na liberdade do empresário. O recurso já começou a ser julgado pela 3ª Seção do STJ, mas a análise foi interrompida por um pedido de vista.
Como o julgamento só será retomado a partir de 8 de agosto, data da próxima sessão do colegiado, a defesa argumentou que a liminar de Dipp manteria seus efeitos ilegais e graves por prazo excessivo. O presidente do STJ negou o pedido declarando que o juiz de plantão não pode operar como instância de revisão do juiz que relatou e decidiu o caso durante o período de atividades do tribunal.
A defesa de Cachoeira já entrou com pedidos de habeas corpus em todas as instâncias do Judiciário, inclusive no Supremo Tribunal Federal, mas o empresário continua preso desde 29 de fevereiro.
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