REGIONAL

Cidades que se destacarem na luta contra o Aedes Aegypti serão premiadas

São R$ 10 milhões para incentivar ações no combate ao mosquito nos municípios. O foco é o controle do vetor para diminuir casos de chikungunya, doença que tem gerado sintomas ainda desconhecidos pela medicina.

Segundo o Governo, o incentivo será repassado no início de 2018 para mais ações de combate ao mosquito e enfrentamento da dengue, zika e chikungunya. Para ter direito ao incentivo os municípios devem atender a critérios estabelecidos pelo Estado.

Os principais são: criar comitê municipal intersetorial com reuniões quinzenais; fazer notificação adequada dos casos e garantir o mínimo de 80% de cobertura de visitas domiciliares para o combate ao vetor.

Em 2017, já foram confirmados mais de 38 mil casos de chikungunya no Ceará até o último dia 23. A preocupação é com a população ainda suscetível à nova doença, que se manifesta em cerca de 80% das pessoas infectadas e pode ter formas graves ou atípicas.

De olho no dinheiro

As medidas de incentivo do Governo do Estado tem animado muitos municípios cearenses, como é o caso de Iguatu, que recentemente formou o comitê gestor intersetorial para o desenvolvimento de ações no combate ao mosquito Aedes aegypti.

Interessante é que foram quase 180 dias com a população sendo acometida pela febre chikungunya, e somente agora a Prefeitura de Iguatu resolveu agir?
Será que essas ações visam somente o interesse financeiro?
Como explicar que, em seis meses, a Secretaria de Saúde de Iguatu sequer conseguiu fechar dois ciclos de visitas domiciliares, quando o correto seria quatro?
Se o trabalho foi feito apenas pela metade, então como foi gasto o dinheiro público enviado mensalmente pelo Governo Federal para o Núcleo de Endemias do município?
Sabemos que a febre chikungunya gera consequências graves, causando outros tipos de doenças ainda não identificadas pela medicina moderna. Quem vai ser o responsável pelo sofrimento da população?
O povo quer saber.

Sobre Luiz Vasconcelos

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