Justiça Federal de Curitiba decretou, pela segunda vez, a prisão preventiva do doleiro Alberto Youssef. A ordem foi expedida a partir de uma das investigações do caso Banestado.
Os processos abertos contra o doleiro naquele período foram reabertos depois de o juiz Sérgio Moro, da 10ª Vara Federal, decidir suspender o acordo de delação premiada, assinado por Youssef para se livrar das antigas acusações.
A nova ordem de prisão foi assinada na terça-feira. Agora, mesmo que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida revogar a ordem de prisão expedida a partir das investigações da Operação Lava-Jato, o doleiro deverá permanecer preso.
Alberto Youssef é acusado de usar 43 contas em nome de terceiros para movimentar dinheiro supostamente de forma ilegal. No período investigado, ele teria movimentado mais de R$ 345 milhões.
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