Na manhã desta quinta-feira (10), os Policiais Civis do Ceará fazem um ato público em frente à Superintendência da Polícia Civil do Estado, em Fortaleza, dando abertura a uma nova greve. A categoria reivindica melhores condições de trabalho e reajuste salarial no mesmo patamar do concedido pelo Governo Estadual aos servidores médicos legistas, de 113%.
O presidente do Sindicato da polícia, Weudo Queiroz, disse que até agora não houve negociação e que “a responsabilidade é toda do Secretário de Segurança Pública (Roberto Monteiro)”. O secretário chegou a afirmar que os policiais civis estão mal preparados e que falta qualidade no trabalho desempenhado por eles. “Não dá para realizar investigações de qualidade, se a gente exerce funções que não são nossas. É um descaso isso que o governo vem fazendo”, afirma Weudo.
A categoria avaliou a posição do governo e decidiu entrar em greve após asssembleia geral realizada no dia 1° de setembro.
O presidente do Sindicato da polícia, Weudo Queiroz, disse que até agora não houve negociação e que “a responsabilidade é toda do Secretário de Segurança Pública (Roberto Monteiro)”. O secretário chegou a afirmar que os policiais civis estão mal preparados e que falta qualidade no trabalho desempenhado por eles. “Não dá para realizar investigações de qualidade, se a gente exerce funções que não são nossas. É um descaso isso que o governo vem fazendo”, afirma Weudo.
A categoria avaliou a posição do governo e decidiu entrar em greve após asssembleia geral realizada no dia 1° de setembro.
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