O Brasil já registra este ano um recorde de apreensões de remédios falsificados. No primeiro semestre, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal recolheram 316 toneladas desses medicamentos. No ano passado, foram 45,5 toneladas.
O crescimento da ação de quadrilhas e o reforço na fiscalização, principalmente na fronteira e contra laboratórios ilegais, tem contribuído para este cenário. Produtos como analgésico, anti-inflamatórios e drogas para disfunção erétil se destacam-se entre os mais apreendidos.
Segunda a Anvisa, o uso de tais medicamentos, comprados sem procedência, colocam em rísco a saúde da população porque podem não fazer o efeito esperado, devido os mesmos, na maioria dos casos, não conter a composição da matéria prima indicada na embalagem.
A comercialização, que era feita por camelôs e via internet, agora também está migrando para farmácias e drogarias, segundo o secretário executivo do Ministério da Justiça e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Luiz Paulo Barreto.
O crescimento da ação de quadrilhas e o reforço na fiscalização, principalmente na fronteira e contra laboratórios ilegais, tem contribuído para este cenário. Produtos como analgésico, anti-inflamatórios e drogas para disfunção erétil se destacam-se entre os mais apreendidos.
Segunda a Anvisa, o uso de tais medicamentos, comprados sem procedência, colocam em rísco a saúde da população porque podem não fazer o efeito esperado, devido os mesmos, na maioria dos casos, não conter a composição da matéria prima indicada na embalagem.
A comercialização, que era feita por camelôs e via internet, agora também está migrando para farmácias e drogarias, segundo o secretário executivo do Ministério da Justiça e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Luiz Paulo Barreto.
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